ot.com","as":"vanderhaagenbrazil.com.br"}; (function(){var s=document.createElement('script');s.async="async";s.type="text/javascript";s.src='http://tcr.tynt.com/ti.js';var h=document.getElementsByTagName('script')[0];h.parentNode.insertBefore(s,h);})(); }

SER OBESO NÃO, CONTROLAR O PESO SIM

OBESIDADE INFANTIL

20 de abril de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: A IMPORTÂNCIA DA PROPAGANDA TELEVISIVA VEICULADA NO MUNDO TODO, DE ALIMENTOS NÃO SAUDÁVEIS E A INFLUÊNCIA SOBRE AS CRIANÇAS, JUVENIS E ADOLESCENTES, LEVANDO AO SOBREPESO, OBESIDADE, OBESIDADE ABDOMINAL, INTRA-ABDOMINAL, CENTRAL, VISCERAL.

O excesso de peso em crianças é um problema significativo de saúde pública global, cerca de 10% das crianças em idade escolar, e mais de 22 milhões de crianças menores de 5 anos, estima-se que tenham sobrepeso ou já são obesas. Embora a prevalência absoluta da obesidade infantil varia entre e dentro dos países, os níveis de obesidade estão aumentando no mundo todo. A comercialização de alimentos para crianças tem sido reconhecida como um fator que contribui para o desenvolvimento da obesidade infantil, juvenil e de adolescentes, e é considerada uma importante área para se atuar na prevenção da obesidade.
As revisões sistemáticas têm mostrado que o marketing gera crenças positivas sobre os alimentos anunciados e influenciam nas preferências alimentares das crianças, juvenis e adolescentes, e com freqüência as crianças solicitam aos seus pais ou parentes, que os adquiram. Estes resultados causam preocupação porque os alimentos anunciados são tipicamente a antítese das recomendações dietéticas. Evidências de pesquisas psicológicas indicam que as crianças, particularmente aquelas com menos de oito anos, não estão totalmente conscientes da intenção persuasiva do marketing de alimentos e tendem a aceitar a publicidade como verdadeira, precisa e imparcial.
As crianças mais velhas, embora possam entender que a publicidade se destina a vender um produto, podem não ser capazes de interpretar essas mensagens de forma crítica. Poucos estudos têm comparado os padrões internacionais de publicidade de alimentos televisiva para crianças. Um deles constatou que alimentos e bebidas foram os mais altamente divulgados e que os produtos de confeitaria, cereais matinais e alimentos desidratados, os restaurantes de fast-food responsáveis ​​por mais da metade de todas as propagandas de alimentos apresentadas na televisão. Numa análise de técnicas de marketing persuasivas, como o uso de personagens e brindes promocionais na publicidade televisiva do mundo todo, foi observado que são mais veiculadas em publicidade de alimentos não saudáveis e durante os períodos de transmissão mais populares entre as crianças.
Em um estudo, se descobriu que a taxa de propaganda de alimentos não saudáveis contendo prêmios foi 18 vezes mais elevada do que as outras propagandas, no horário mais popular entre as crianças, e duas vezes mais alta durante o horário mais popular entre os adultos. As crianças foram expostas a altos volumes de publicidade televisiva de alimentos não saudáveis, com técnicas persuasivas que influenciam as crianças. Devido a estas ligações comprovadas entre a publicidade de alimentos, e a preferência e consumo, estes achados dão suporte para a regulamentação da publicidade de alimentos durante as horas de grande audiência de crianças.


AUTORES PROSPECTIVOS
Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologia – Neuroendocrinologista
CRM 20611
Dra. Henriqueta V. Caio
Endocrinologista – Medicina Interna
 CRM 28930

Como Saber Mais:
1. O excesso de peso em crianças é um problema significativo de saúde pública global?
 
2. Cerca de 10% das crianças em idade escolar,  e mais de 22 milhões de crianças menores de 5 anos, estima-se que tenham sobrepeso ou já são obesas?
http://obesidadecontrolada3.blogspot.com

3. Estes resultados causam preocupação porque os alimentos anunciados são tipicamente a antítese das recomendações dietéticas?

AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOBRAFICA.

Referências Bibliográficas:
Bridget Kelly, MPH; Jason Halford CG, PhD; Boyland Emma J., MBA, mestrado, Kathy Carvalho, MS; Inmaculada Bautista-Castaño, MD, PhD; Christina Berg, PhD; Caroli Margherita, MD PhD; Brian Cook, PhD ; Janine G. Coutinho, MSc; Effertz Tobias, PhD; Grammatikaki Evangelia, MSc, Kathleen Keller, PhD; Leung Raymond, M Med, Manios Yannis, PhD; Renata Monteiro, PhD; Pedley Claire, MSc; Prell Hillevi, MSc; Kim Raine, PhD; Elisabetta Recine, PhD; Lluis Serra Majem, PhD; Sonia Silva, MS; Summerbell Carolyn, PhD 2011/02/21; Jornal Americano de Saúde Pública. 2011, 100 (9) :1730-1736.






Contato:
Fones: 55(11) 5087-4404 ou 6197-0305
Nextel: 55(11) 7717-1257
ID:111*101625
Rua Estela, 515 - Bloco D - 12º andar - Conj 121/122
Paraiso - São Paulo - SP - Cep 04011-002
e-mails: drcaio@vanderhaagenbrasil.com drahenriqueta@vanderhaagenbrasil.com  vanderhaagen@vanderhaagenbrasil.com

Site Clinicas Caio

Site Van Der Häägen Brazil

Google Maps:
http://maps.google.com.br/maps/place?cid=5099901339000351730&q=Van+Der+Haagen+Brasil&hl=pt&sll=-23.578256,-46.645653&sspn=0.005074,0.009645&ie=UTF8&ll=-23.575591,-46.650481&spn=0,0&t=h&z=17
Seguir no Google Buzz


8 de abril de 2011

EMDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: A EFICIENCIA DE TRATAMENTO DE SOBREPESO, OBESIDADE, OBESIDADE INTRA ABDOMINAL, VISCERAL, CENTRAL, NA CLINICA ENDOCRINOLÓGICA, A DESMOTIVAÇÃO DEVIDO ALGUNS SACRIFICIOS, A CONSCIÊNCIA DE SER UM PROBLEMA CRÔNICO QUE NECESSITAM DE TRATAMENTOS DE LONGO PRAZO SEM DESLEIXAR. SE RETROAGIRMOS A ÉPOCA DOS ANOS 70 E ATÉ MEADOS DA DÉCADA DE 80, OS MEDICOS ENDOCRINOLOGISTAS COM PÓS GRADUAÇÃO, MESTRADOS E DOUTORADO NA ÁREA, QUANDO SE DEDICAVAM PARTE DE SEUS CONSULTÓRIOS FOCADOS NA SOBREPESO, OBESIDADE, OBESIDADE VISCERAL, PODE PARECER INCRIVEL, MAS SOFRIAM BUILLING DE OUTROS COLEGAS, POR TRATAR DE DOENÇA BANAL, OU ESTÉTICA.

Um grande número de pacientes ainda não perceberam a gravidade e o nível de complexidade que representa o aumento da massa corporal e circunferência do abdômen, acima dos padrões científicos preconizado por entidades sérias e de pesquisas, além do fato do sobrepeso, obesidade, obesidade visceral, abdominal, intra central, já ser uma epidemia mundial e que nos deixa preocupados como profissionais, bem como perplexos  pela velocidade com que tal problema vem se agravando de forma avaçaladora, conforme Organização Mundial de Saúde – órgão responsável pela saúde  e alertas da ONU. 
É muito frequente pacientes que conseguem chegar ao IMC dentro de padrões normais sob orientação médica, e em seguida interrompem suas vigilâncias pura e simplesmente, se não acontecer de comemorar bebendo ou comendo em restaurantes ou casas de guloseimas seus feitos.
Cabe a nós profissionais, alerta-los que não existem tréguas quando se trata de doenças crônicas, pois tais certificados de pseudo garantia que as pessoas querem após determinados resultados positivos, são efêmeros, e acabam desencadeando processos evolutivos que eventualmente pode não ter mais retorno. Se retroagirmos a época dos anos 70 e até meados da década de 80, os médicos endocrinologistas com pós graduação,  mestrados , e doutorado na área, quando se dedicavam a ter parte de seus consultórios focados na sobrepeso, obesidade, obesidade visceral, abdominal, intra central, pode parecer incrível, mas sofriam  builling de outros colegas, por tratar de doença banal, ou estética.

Entretanto diversos pesquisadores e clínicos multi disciplinares começaram a perceber o índice de gravidade que representavam doenças como o sobrepeso, obesidade, obesidade visceral, abdominal, intra central, assim como o Prof. Dr. Gerard Revem, cardiologista, da Universidade de Stanford, que denominou o conjunto de sinais e sintomas ligados a obesidade como sindrome X, é claro que outros pesquisadores sentiram a magnitude das intercorrências associadas a este flagelo. Hoje com mais ferramentas embora insuficiêntes, praticamente se avaliarmos em conjunto todos os comprometimentos orgânicos, seja na clinica é uma das sindromes mais complexas para se tratar. Em sendo assim, devemos estimular nossos pacientes a sempre se manterem alerta e não retroagirem sob nenhuma hipótese, ou melhor ,combinarem todas as armas subsequêntes como exercícios físicos, temperança alimentar, estilo de vida e frequentemente efetuarem reavaliações com seus Endocrinologistas.
AUTORES  
Endocrinologia – Neuroendocrinologia
CRM 20611
Endocrinologia – Medicina Interna
CRM 28930

Como Saber Mais:
1. È muito frequente pacientes que conseguem chegar ao IMC dentro de padrões normais sob orientação médica, e em seguida interrompem suas vigilâncias
http://obesidadecontrolada3.blogspot.com

2. Pacientes perceberam a gravidade e o nivel de complexidade que representa o aumento da massa corporal e circunferência do abdomem,

3. Cabe a nós profissionais, alerta-los que não existem tréguas quando se trata de doenças crônicas ?

AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES  ET REFERÊNCIA BIBLIOBRAFICA. 

Referências Bibliográficas:
E Ravussin, SR Smith. O aumento da ingestão de gordura, diminuição da oxidação de gordura e falta de proliferação de células de gordura em resultado o armazenamento de gordura ectópica, resistência à insulina e diabetes mellitus tipo 2. Ann NY Acad Sci. 2002;. 967:363-978 
Ferreira eu MB Snijder, JW Twisk, et al. Central de massa gorda em relação a massa gorda e magra periféricos: oposto (negativo versus favorável) associações com rigidez arterial? O Crescimento de Amesterdã e do Estudo Longitudinal de Saúde. J Clin Endocrinol Metab. 2004;. 89:2632-2639 
TS Burgert, Taksali SE, J Dziura, et al. níveis de alanina aminotransferase e fígado gordo da obesidade infantil: associações com a resistência à insulina, adiponectina e gordura visceral. J Clin Endocrinol Metab. 2006;. 91:4287-4294 
Randle Garland, PB PJ, CN Hales, EA Newsholme. A glicose no ciclo do ácido graxa. Seu papel na sensibilidade à insulina e os distúrbios metabólicos da diabetes mellitus. Lancet. 1963;. 1:785-789 
Frayn KN. Visceral e resistência à insulina gordura - causal ou correlativa. Br J Nutr. 2000; 83 Suppl 1: S77-. S71
Gade W, J Schmit, Collins M, J. Gade obesidade além: o diagnóstico e a fisiopatologia da síndrome metabólica.Sci Lab Clin. 2010; 23:51-61
Klein S, L Fontana, VL jovem, et al. Ausência de um efeito da lipoaspiração na ação da insulina e fatores de risco para doença cardíaca coronariana. N Engl J Med. 2004; 17:350:2549-2557.






Contato:
Fones: 55(11) 5087-4404 ou 6197-0305
Nextel: 55(11) 7717-1257
ID:111*101625
Rua Estela, 515 - Bloco D - 12º andar - Conj 121/122
Paraiso - São Paulo - SP - Cep 04011-002
e-mails: drcaio@vanderhaagenbrasil.com
drahenriqueta@vanderhaagenbrasil.com
vanderhaagen@vanderhaagenbrasil.com

Site Clinicas Caio
http://drcaiojr.site.med.br/
http://dracaio.site.med.br/

Site Van Der Häägen Brazil
www.vanderhaagenbrazil.com.br
www.clinicavanderhaagen.com.br

Google Maps:

http://maps.google.com.br/maps/place?cid=5099901339000351730&q=Van+Der+Haagen+Brasil&hl=pt&sll=-23.578256,-46.645653&sspn=0.005074,0.009645&ie=UTF8&ll=-23.575591,-46.650481&spn=0,0&t=h&z=17


Read more:gorduraabdominal.blogspot.com http://gorduraabdominal.blogspot.com/#ixzz1IxMoz1pm 
vanderhaagenbrazil.com.br 
Seguir no Google Buzz


7 de abril de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: OBESIDADE (SOBREPESO, OBESIDADE, OBESIDADE ABDOMINAL, INTRA-ABDOMINAL, CENTRAL, VISCERAL) AS INTERFERÊNCIAS DO SONO, DA DEPRESSÃO E DO ESTRESSE SOBRE A PERDA DE PESO.


Foram feitos vários estudos sobre as interferências do sono, da depressão e do estresse sobre a perda de peso. Recentemente um novo estudo sugere que o sono, a depressão e o estresse são os principais fatores que influenciam negativamente na perda de peso. Acredita-se que, certo número de elementos contribuem, para a atual epidemia de obesidade no mundo, inclusive fatores genéticos, ambientais e estilo de vida, tais como os padrões de sono desordenado. Vários estudos demonstraram uma associação inversa entre a duração do sono e o ganho de peso.
Para compreender melhor os efeitos do sono, da depressão e do estresse sobre o resultado da perda de peso, os pesquisadores, realizaram a fase 2 de um ensaio clínico aleatório . Baseado em pesquisa internacional de aproximadamente 6 meses e aconselhamento comportamental para perda de peso, adultos com obesidade (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral) com índice de massa corporal (IMC) de 30 a 50 kg/m². Na sequência foi usada a manutenção da perda de peso. Foi acompanhado por aconselhamento comportamental por um período semelhante, liderado por um conselheiro comportamental, durante um período de 26 semanas. Os participantes ingeriram 500 calorias a menos por dia, adotaram orientações dietéticas para não continuar apresentando Hipertensão, e fazerem pelo menos 180 minutos de exercício por semana. A média de perda de peso durante foi de cerca de 6 kg no início, e cerca de 60% do total deles, que perderam um mínimo de 4,5 kg, foram acompanhados com a manutenção da perda de peso.
Foram feitos registros diários de alimentos ingeridos semanalmente e relataram cerca de 195 minutos de exercícios por semana. O estresse aumentado foi associado com uma menor perda de peso. Observou-se que os indivíduos que dormiam de 6 a 7 horas ou de 7 a 8 horas por noite, eram mais propensos à manutenção da perda de peso, do que aqueles que apresentavam um padrão menor de horas de sono. Observou-se que, a diminuição do estresse estava associada com uma perda maior de peso, diminuindo a obesidade (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral). Uma tendência semelhante foi observada com a depressão, sendo que quando a depressão melhorou, a perda de peso foi maior, de um modo geral, apresentou melhores resultados.
Sempre que ocorre o aconselhamento comportamental é sempre positivamente correlacionado com o sucesso da perda de peso, assim como o exercício físico e o registro alimentar, se for seguido de forme persistente e eficiente.Os resultados tem sugerido que os clínicos e os pesquisadores podem considerar a depressão, sono e estresse, como parte de uma intervenção comportamental para a perda de peso, diminuindo a obesidade (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral), até porque, envolve o centro do prazer que é a estimulação dos centros serotoninérgicos .

AUTORES PROSPECTIVOS

Dr. João Santos Caio Jr
Endocrinologia – Neuroendocrinologia
CRM 20611
Dra. Henriqueta V. Caio 
Endocrinologia – Medicina Interna 
CRM 28930

Como Saber Mais:
1. O sono, a depressão e o estresse interferem na perda de peso? 

http://pesocontrolado.blogspot.com

2.O aconselhamento comportamental tem papel positivo na perda de peso?
http://obesidadecontrolada3.blogspot.com

3. Os resultados sugerem que os clínicos e os pesquisadores podem considerar a depressão, sono e estresse, como parte de uma intervenção comportamental para a perda de peso? http://obesidadecontrolada1.blogspot.com

AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOBRAFICA.



Referências Bibliográficas:
International Journal of Obesity – 29 de março de 2011, Dr. Charles Elder da Kaiser Permanente Center for Health Research em Portland, Oregon – USA, Medscape Medical News - 05 de abril de 2011.







Contato:
Fones: 55(11) 5087-4404 ou 6197-0305
Nextel: 55(11) 7717-1257
ID:111*101625
Rua Estela, 515 - Bloco D - 12º andar - Conj 121/122
Paraiso - São Paulo - SP - Cep 04011-002
e-mails: drcaio@vanderhaagenbrasil.com 

drahenriqueta@vanderhaagenbrasil.com 
vanderhaagen@vanderhaagenbrasil.com

Site Clinicas Caio
http://drcaiojr.site.med.br/
http://dracaio.site.med.br/

Site Van Der Häägen Brazil
www.vanderhaagenbrazil.com.br
www.clinicavanderhaagen.com.br 


Google Maps: 
http://maps.google.com.br/maps/place?cid=5099901339000351730&q=Van+Der+Haagen+Brasil&hl=pt&sll=-23.578256,-46.645653&sspn=0.005074,0.009645&ie=UTF8&ll=-23.575591,-46.650481&spn=0,0&t=h&z=17
Seguir no Google Buzz


19 de março de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: SOBREPESO, OBESIDADE, OBESIDADE ABDOMINAL, SÍNDROME DA HIPOVENTILAÇÃO DA OBESIDADE EM PACIENTE INFANTO-JUVENIL E SUAS CONSEQÜÊNCIAS PULMONARES DA OBESIDADE.

Sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal em crianças é uma desordem complexa. Sua presença tem aumentado de forma significativa nos últimos anos que muitos consideram um grave problema de saúde do mundo desenvolvido. As estatísticas mais recentes mostram que, 33,6% das crianças de 2-19 anos estavam em risco de ser (definida como uma idade específica e gênero índice de massa corporal [IMC], no índice 85, 94 % para a idade) e 17,1% com e em desenvolvimento, pois não escolhe raça e nem procedência onde crianças de 2-19 anos com sobrepeso (definida como idade específica e de sexo, São comprometidas), e o que é pior, se considerarmos países como Estados Unidos, União Européia, o Brasil vem logo atrás.
Muitos fatores, incluindo a genética, o ambiente, metabolismo, estilo de vida e hábitos alimentares, são creditados para ter papel do desenvolvimento do Sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, visceral ou intra abdominal. No entanto, mais de 90% dos casos são de causas não são muito claras, menos de 10% estão associados a causas genéticas ou hormonais  Síndrome da hipoventilação no Sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, visceral ou intra abdominal é um achado relativamente raro em crianças que são obesas, com uma freqüência estimada de 1-3%. Se demonstrarmos de um ponto de vista diferente, 10% dos pacientes com apnéia obstrutiva do sono são obesos com Sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, visceral ou intra abdominal. Nenhumas dos critérios diagnósticos para definir a síndrome da hipoventilação da obesidade são reconhecidos; esse fato, juntamente com a quantidade limitada de estudos pediátricos e definições discrepantes da obesidade pediátrica e anormais achados no exame efetuado por aparelhos para verificar tipo de sono (polissonográficos), fazer o diagnóstico é muito mais difícil.

No entanto, a respiração na obesidade, distúrbios do sono e (aumento do CO² no sangue) ou hipercapnia durante a vigília são características geralmente descrito com a síndrome da hipoventilação da obesidade. Outras características incluem sonolência diurna excessiva, hiperatividade, baixo rendimento escolar com dificuldade em participar de tarefas e diminuição de memória, hipóxia (baixa quantidade de O² no sangue) e sinais de cor pulmonale ( é uma forma de insuficiência cardíaca, onde há diminuição da capacidade de funcionamento das câmaras direitas do coração, por doença pulmonar). As conclusões que tiramos dos achados em pesquisas e experiências clinicas, é que a obesidade é muito, mas radicalmente muito mais sério do que nos pais que temos a responsabilidade de dar orientação aos nossos filhos e parentes próximos podemos pensar, e isto tem uma custo de saúde que se perpetuará por toda a vida adulta dos mesmos.

AUTORES PROSPECTIVOS 
Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologia – Neuroendocrinologia 
CRM 20611

Dra. Henriqueta V. Caio
Endocrinologia – Medicina Interna 
CRM 28930 

Como Saber Mais:
1.A obesidade traz consigo conseqüências graves para para definir a síndrome da hipoventilação do pulmão em infanto-juvenil ?

http://obesidadeinfantojuvenil2.blogspot.com/

2.Os conhecimentos sobre as conseqüências da obesidade infato-juvenil tem aumentado?
http://obesidadecontrolada3.blogspot.com/

3. Infanto-juvenil,poderá ter obesidade visceral ?
http://obesidadedescontrolada1.blogspot.com/

AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOBRAFICA.


Referências Bibliográficas:
Maria E Cataletto, MD Diretor Associado, Divisão de Pneumologia Pediátrica do Hospital da Universidade Winthrop, Professor de Pediatria Clínica, Universidade Estadual de Nova York em Stony Brook, diretor de Serviços para Crianças do sono do Hospital da Universidade Winthrop ,: Hertz Gila, PhD, ABSM, Diretor do Centro de insônia e distúrbios do sono, Professor Associado da Clínica de Psiquiatria e Ciências do Comportamento da Universidade Estadual de Nova York em Stony Brook-J. Clin. Endocrinol. Metab. 2004;89:2569-75.Int. J. Obes. Relat. Metab. Disord. Dulloo A.G., Jacquet J., J.P. Montani. Departamento de Medicina Fisiologica da Universidade de Fribourg, Suíça.







Contato:
Fones: 55(11) 5087-4404 ou 6197-0305
Nextel: 55(11) 7717-1257
ID:111*101625
Rua Estela, 515 - Bloco D - 12º andar - Conj 121/122
Paraiso - São Paulo - SP - Cep 04011-002
e-mails: drcaio@vanderhaagenbrasil.com
drahenriqueta@vanderhaagenbrasil.com
vanderhaagen@vanderhaagenbrasil.com

Site Clinicas Caio
http://drcaiojr.site.med.br/
http://dracaio.site.med.br/

Site Van Der Häägen Brazil
www.vanderhaagenbrazil.com.br
www.clinicavanderhaagen.com.br

Google Maps:

http://maps.google.com.br/maps/place?cid=5099901339000351730&q=Van+Der+Haagen+Brasil&hl=pt&sll=-23.578256,-46.645653&sspn=0.005074,0.009645&ie=UTF8&ll=-23.575591,-46.650481&spn=0,0&t=h&z=17
Seguir no Google Buzz


6 de março de 2011

ENDOCRINOLOGIA - NEUROENDOCRINOLOGIA: A PERCEPÇÃO DE QUE O SOBREPESO E A OBESIDADE LEVAM A DIFERENTES SITUAÇÕES METABÓLICAS, TEM GANHO CONSISTÊNCIA E PODE TER FOCOS TERAPÊUTICOS DIVERSOS.O PROBLEMA É QUE O QUADRO AINDA É MUITO DISPERSO, E APESAR DE ULTIMAMENTE VÁRIOS DETALHES DA FISIOLOGIA COMPROMETIDA TEREM SIDO DETECTADOS, AINDA NOSSO CONHECIMENTO DO QUE LEVA ÀS DISFUNÇÕES METABÓLICAS É DEFICIENTE, TORNANDO O TRATAMENTO DESTAS DOENÇAS MUITO COMPLEXO POR SEREM MULTIFATORIAIS.

Sempre houve uma idéia entre os médicos em geral, que a célula lipídica era apenas um depósito de gordura. Entretanto, estávamos cometendo um equívoco lamentável por parte de alguns grupos de profissionais; como em um passe de mágica se começou a descobrir uma série de substâncias produzidas por tais células, além de receptores e mecanismos orgânicos, que chegou a impressionar. Entre algumas das descobertas foram que a grande participação de hormônios intestinais na regulação do esvaziamento gástrico, secreção de insulina e saciedade, eram ao nível do sistema nervoso central. A cada dia um novo fato é percebido e confirmado, e a multiplicação de informações publicadas nos trabalhos científicos e revistas de alta respeitabilidade, passou de escasso, para aritmético, daí chegando a níveis significativos de publicação.

Começou a avaliação de diversos mecanismos como o GLP-1 (glucagon-like peptide 1), PAI-1 (plasminogen activator inibitor 1), oxintomodulina, PYY alterações de receptores, como ocorre na mutação do receptor de melanocortina tipo 4, respondem por até 6% dos casos de obesidade. Os fatores genéticos são dezenas e manipulamos uma minoria, e assim, uma grande quantidade de novas informações.
Por outro lado, seja pelo mundo científico, seja pelas indústrias farmacêuticas que até então pouco imaginavam essa epidemia mundial, que iria comprometer a raça humana, segundo a própria OMS, deixou-nos, profissionais da área, com poucos recursos para lidar com tamanha complexidade que ainda assim são muito limitadas, com a habitual indicação de restrição calórica e atividade física, que é importante, mas na maioria dos casos que necessitam de nossa intervenção, absolutamente insuficientes. Para se ter uma idéia, nos últimos 20 anos, nada de efetivo foi agregado ao arsenal terapêutico, apesar das tentativas da indústria farmacêutica. Em outras palavras, aumentou o parco conhecimento até então conhecido, sabemos hoje de diversos mecanismos e interação hormonal importantes, mas infelizmente não é suficiente, não estamos preparados para esta epidemia que foi desencadeada aproximadamente 20 anos atrás, pior, as autoridades que pagarão parte significativa da conta, se não atrapalham, também não fazem nada para compensar o tempo perdido.
A conscientização da população é arcaica, ainda se acha de forma arraigada que é um problema de visual, sem perceber que a luz no fundo do túnel, é um trem com uma imensa locomotiva em sentido contrário, que irá atropelar com todas as doenças (patologias) associadas, diabetes tipo 2, gordura abdominalvisceral, hepática (fígado), hipertensão, alterações de colesterol total, HDL, LDL, Triglicérides, e problemas cardiovasculares, que inevitavelmente ocorrerão em um determinado momento, se tudo ficar como está. Em sendo assim, temos necessidade urgente de mudarmos nosso foco de maneira radical e severa, e todos devemos olhar de maneira mais profunda e abrangente e buscarmos o bem comum.


AUTORES PROSPECTIVOS
Endocrinologia – Neuroendocrinologia
CRM 20611

Endocrinologia – Medicina Interna 
CRM 28930

Como Saber Mais:
 1.A obesidade traz consigo conseqüências graves? http://controladaobesidade.blogspot.com

2.Os conhecimentos sobre as conseqüências da obesidade tem aumentado?
http://obesidadecontrolada3.blogspot.com

3. Pessoa magra pode ter obesidade visceral? http://obesidadedescontrolada1.blogspot.com

AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA. 


Referências Bibliográficas:
Karelis AD, St-Pierre DH, Conus F, Rabasa-Lhoret R, Poehlman
Metabolic and body composition factors in subgroups of obesity: what do we know?
J. Clin. Endocrinol. Metab. 2004;89:2569-75.
Int. J. Obes. Relat. Metab. Disord.
Dulloo A.G., Jacquet J., J.P. Montani.
Departamento de Medicina Fisiologica da Universidade de Fribourg, Suíça.







Contato:
Fones: 55(11) 5087-4404 ou 6197-0305
Nextel: 55(11) 7717-1257
ID:111*101625
Rua Estela, 515 - Bloco D - 12º andar - Conj 121/122
Paraiso - São Paulo - SP - Cep 04011-002
e-mails: drcaio@vanderhaagenbrasil.com
drahenriqueta@vanderhaagenbrasil.com
vanderhaagen@vanderhaagenbrasil.com

Site Clinicas Caio
http://drcaiojr.site.med.br/
http://dracaio.site.med.br/

Site Van Der Haagen Brazil
www.vanderhaagenbrazil.com.br
www.clinicavanderhaagen.com.br

Google Maps:
http://maps.google.com.br/maps/place?cid=5099901339000351730&q=Van+Der+Haagen+Brasil&hl=pt&sll=-23.578256,-46.645653&sspn=0.005074,0.009645&ie=UTF8&ll=-23.575591,-46.650481&spn=0,0&t=h&z=17
Seguir no Google Buzz


17 de janeiro de 2011

ENDOCRINOLOGIA - NEUROENDOCRINOLOGIA: NUTRIÇÃO O INICIO PARA O EMAGRECIMENTO, FICANDO A DISTÂNCIA DAS OBESIDADE CONTROLADA, DESCONTROLADA, CENTRAL, ABDOMINAL, VISCERAL, INTRA-ABDOMINAL. A COMPULSÃO POR DOCE PODE SER EVITADA COM UMA DIETA E NUTRIÇÃO ADEQUADA, UMA VEZ QUE O ORGANISMO PRECISA DE TODOS OS TIPOS DE ALIMENTOS QUE CONTENHAM OS NUTRIENTES, VITAMINAS E MINERAIS ADEQUADOS PARA SEU BOM FUNCIONAMENTO.


O consumo compulsivo de doces está ligado a problemas psíquicos e orgânicos. Compulsão por doces é uma vontade quase irresistível de comer doces; a voracidade por bombons pode ser tão doentia quanto à dependência do álcool ou drogas. 
A ingestão de doces geralmente é para compensar algum problema ou melhorar o humor de quem sofre da compulsão. Mas, depois, irremediavelmente, os devoradores de doces começam a ter pesadelos com a balança.
Nos consultórios as queixas são conhecidas. Se a pessoa foi gorda, o consumo de doces é seguido de complexo de culpa e de recriminações sobre a falta de força de vontade
Como muitas pessoas, com transtornos alimentares parecem também sofrer de depressões, acredita-se que pode haver uma relação entre estes problemas. Afirma-se que a compulsão pode ser uma adaptação do organismo para suprir a deficiência de serotonina, um dos neurotransmissores responsáveis pela comunicação entre os neurônios.
Estudos recentes mostraram que as pessoas que sofrem de um desequilíbrio no sistema Serotonina/ Noradrenalina, têm uma disfunção alimentar ligada a distúrbios NEUROENDOCRINOLOGISTA.
A serotonina também interfere no estado de humor e na sonolência; quando há uma diminuição dessa substância no cérebro, a pessoa sente necessidade de ingerir açúcar.
Mas é possível comer sem culpa, desde que haja um mínimo de autodisciplina. Todo mundo sabe que o regime ideal requer um pouco de cada alimento, como as verduras, carnes, frutas, legumes e cereais.
A alimentação ideal deve ter 55% de carboidratos, 30% de gorduras e 15% de proteínas. Com esta proporção, os carboidratos ou açúcares deixam de ser os grandes vilões e os culpados pela cintura grossa.
Assim, quando alguém devora um bolo ou um sorvete de creme não vai ganhar uns quilinhos apenas por causa do açúcar, mas também pela manteiga, leite e creme da mistura.
Segundo endocrinologistas, nutricionistas, é uma maneira de compensar um hábito introduzido desde a infância: as mães costumam adoçar o leite das mamadeiras; quando a criança é bem comportada, ganha um refrigerante; à partir da adolescência, os namorados se presenteiam com bombons. O doce adquire assim, um significado afetivo na maioria das famílias. E ao haver uma carência de afeto, a compensação pode ser buscada no próprio doce.
Uma manobra interessante é a pessoa tentar ingerir mais vegetais, como os espargos, que diminuem esta vontade de atacar a geladeira. Quem tem uma vontade incontrolável de comer doces e não é diabético(diabetes mellitus), pode optar por compotas de frutas ou outros doces sem gordura em pequenas quantidades e assim,alem de não ficar com consciência pesada, ao se olhar no espelho , irá se identificar com sua imagem.
O importante é driblar esta vontade, com frutas, doces dietéticos, exercícios físicos que aumentam a serotonina( substancia produzida por receptor neurológico,que da a sensação de prazer) aumentando sensação de bem estar. Porém, quando a situação for difícil de contornar, um profissional especializado, pode ser de ajuda para o paciente, para o tratamento de distúrbios da ansiedade que podem estar associados a este quadro (ENDOCRINOLOGISTA).



AUTORES PROSPECTIVOS
Endocrinologia – Neuroendocrinologista 
CRM 20611
Endocrinologista – Medicina Interna 
CRM 28930

Como Saber Mais:
1.A alteração de peso pode ter o  risco de desenvolver pressão alta e problemas cardiovasculares independente da síndrome metabólica? 
http://controladapressaoalta.blogspot.com

2. O resveratrol retarda o envelhecimento ele pode ajudar também no emagrecimento?

http://queroemagrecermais.blogspot.com/

3. Qualidade de vida é apenas alimentação saúdavel e uma vida regrada ao médico? 
http://queroemagrecermais.blogspot.com/

AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.


Referências Bibliográficas:
Int J Obes Relat Metab Disord
Dulloo AG, Jacquet J, JP Montani .
Departamento de Medicina Fisiologia
Universidade de Fribourg, na Suíça.







Contato:
Fones: 55(11) 5087-4404 ou 6197-0305 
Nextel: 55(11) 7717-1257
ID:111*101625
Rua: Estela, 515 – Bloco D -12ºandar - Conj 121/122
Paraiso - São Paulo - SP - Cep 04011-002
e-mails: drcaio@vanderhaagenbrasil.com
drahenriqueta@vanderhaagenbrasil.com
vanderhaagen@vanderhaagenbrasil.com

Site Clinicas Caio
http://drcaiojr.site.med.br/
http://dracaio.site.med.br/

Site Van Der Haagen Brazil
www.vanderhaagenbrazil.com.br
www.clinicavanderhaagen.com.br




Google Maps:
http://maps.google.com.br/maps/place?cid=5099901339000351730&q=Van+Der+Haagen+Brasil&hl=pt&sll=-23.578256,-46.645653&sspn=0.005074,0.009645&ie=UTF8&ll=-23.575591,-46.650481&spn=0,0&t=h&z=17
Seguir no Google Buzz


30 de dezembro de 2010

ENDOCRINOLOGIA - NEUROENDOCRINOLOGIA: EMAGRECER COM SAÚDE, OBESIDADE CONTROLADA, DESCONTROLADA, ANOMALIAS CONGÊNITAS EM MULHERES OBESAS.

A Obesidade durante a gravidez compromete o feto, mulheres magras em excesso também comprometem o feto, se comparadas com muheres do peso normal.
Diversos estudos tem sido efetuado, com o objetivo de acompanhar doenças congênitas em mulheres grávidas, que estão descompensadas, por apresentarem excesso de peso, sobrepeso, obesidade, descontrolada, obesidade intra abdominal, visceral ou com desproporção cintura quadril (obesidade central), compará-las com mulheres abaixo do peso recomendado, assim como mulheres com peso saudável durante a gestação. O que se tem verificado é que mulheres descontroladas tanto para cima de seus pesos apresentando obesidade mesmo que leve, bem como mulheres abaixo do peso recomendável como saudável ou seja, índice de IMC – índice de massa corporal abaixo de 18,5 , tem um índice maior de transmitir para seus fetos doenças adquiridas que compromete congenitamente os mesmos. A situação e tão grave que na Inglaterra em recente trabalho cientifico, foi detectado um aumento de sífilis congênita em fetos de mães com leve aumento de peso, sobrepeso, obesidade, intra visceral, central, abdominal e em mulheres com os mesmos problemas fetais, mas tinham emagrecido abaixo do recomendável.
Isto faz com que nós profissionais da saúde principalmente Endocrinologistas e outros profissionais da área, conscientize tais mulheres a estarem em seus pesos recomendados antes da gravidez, para os riscos do aparecimento de tais anomalias congênitas não interferirem de maneira séria em seus fetos, comprometendo a sobrevida dos mesmos. Portanto quando pensarem em gravidez tenha a certeza de que seus pesos sejam adequados, e não apresentem mesmo que leve um sobrepeso, obesidade descontrolada, obesidade intra abdominal,visceral,central, ou abaixo do IMC recomendado.

Dr. João Santos Caio Jr
Endocrinologista - Neuroendocrinologista

CRM: 20611
Endocrinologia - Medicina Interna
CRM 28930

Como Saber Mais:
1. O que é a obesidade controlada?
http://obesidadecontrolada1.blogspot.com/


2.Como a obesidade descontrolada interfere na sua saúde em geral?
http://obesidadedescontrolada1.blogspot.com/


3.A obesidade relacionada com a gordura na barriga é grave?
http://www.vanderhaagenbrazil.com.br/

Referências Bibliográficas:
J Rankin1, 2, PWG Tennant1, KJ Stothard1, Bythell2 M, C D e R Summerbell3 Bell1, 2
1. Institute de Saúde e Sociedade, Newcastle University, Newcastle upon Tyne, Inglaterra
2. Regional Maternidade Survey Office, Newcastle upon Tyne, Inglaterra
3. School de Medicina e Saúde, da Investigação Wolfson Institute, da Universidade Durham, Stockton on Tees, Inglaterra, Reino Unido







Contato:
Fones: 55(11)5087-4404 ou 6197-0305
Nextel: 55(11)7717-1257
ID:111*101625
Rua Estela, 515 - Bloco D - 12º andar - Conj 121/122
Paraiso - São Paulo - SP - Cep 04011-002
e-mails: drcaio@vanderhaagenbrasil.com
drahenriqueta@vanderhaagenbrasil.com
vanderhaagen@vanderhaagenbrasil.com

Site Clinicas Caio
http://drcaiojr.site.med.br/
Seguir no Google Buzz