ot.com","as":"vanderhaagenbrazil.com.br"}; (function(){var s=document.createElement('script');s.async="async";s.type="text/javascript";s.src='http://tcr.tynt.com/ti.js';var h=document.getElementsByTagName('script')[0];h.parentNode.insertBefore(s,h);})(); }

SER OBESO NÃO, CONTROLAR O PESO SIM

OBESIDADE INFANTIL

20 de abril de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: A IMPORTÂNCIA DA PROPAGANDA TELEVISIVA VEICULADA NO MUNDO TODO, DE ALIMENTOS NÃO SAUDÁVEIS E A INFLUÊNCIA SOBRE AS CRIANÇAS, JUVENIS E ADOLESCENTES, LEVANDO AO SOBREPESO, OBESIDADE, OBESIDADE ABDOMINAL, INTRA-ABDOMINAL, CENTRAL, VISCERAL.

O excesso de peso em crianças é um problema significativo de saúde pública global, cerca de 10% das crianças em idade escolar, e mais de 22 milhões de crianças menores de 5 anos, estima-se que tenham sobrepeso ou já são obesas. Embora a prevalência absoluta da obesidade infantil varia entre e dentro dos países, os níveis de obesidade estão aumentando no mundo todo. A comercialização de alimentos para crianças tem sido reconhecida como um fator que contribui para o desenvolvimento da obesidade infantil, juvenil e de adolescentes, e é considerada uma importante área para se atuar na prevenção da obesidade.
As revisões sistemáticas têm mostrado que o marketing gera crenças positivas sobre os alimentos anunciados e influenciam nas preferências alimentares das crianças, juvenis e adolescentes, e com freqüência as crianças solicitam aos seus pais ou parentes, que os adquiram. Estes resultados causam preocupação porque os alimentos anunciados são tipicamente a antítese das recomendações dietéticas. Evidências de pesquisas psicológicas indicam que as crianças, particularmente aquelas com menos de oito anos, não estão totalmente conscientes da intenção persuasiva do marketing de alimentos e tendem a aceitar a publicidade como verdadeira, precisa e imparcial.
As crianças mais velhas, embora possam entender que a publicidade se destina a vender um produto, podem não ser capazes de interpretar essas mensagens de forma crítica. Poucos estudos têm comparado os padrões internacionais de publicidade de alimentos televisiva para crianças. Um deles constatou que alimentos e bebidas foram os mais altamente divulgados e que os produtos de confeitaria, cereais matinais e alimentos desidratados, os restaurantes de fast-food responsáveis ​​por mais da metade de todas as propagandas de alimentos apresentadas na televisão. Numa análise de técnicas de marketing persuasivas, como o uso de personagens e brindes promocionais na publicidade televisiva do mundo todo, foi observado que são mais veiculadas em publicidade de alimentos não saudáveis e durante os períodos de transmissão mais populares entre as crianças.
Em um estudo, se descobriu que a taxa de propaganda de alimentos não saudáveis contendo prêmios foi 18 vezes mais elevada do que as outras propagandas, no horário mais popular entre as crianças, e duas vezes mais alta durante o horário mais popular entre os adultos. As crianças foram expostas a altos volumes de publicidade televisiva de alimentos não saudáveis, com técnicas persuasivas que influenciam as crianças. Devido a estas ligações comprovadas entre a publicidade de alimentos, e a preferência e consumo, estes achados dão suporte para a regulamentação da publicidade de alimentos durante as horas de grande audiência de crianças.

Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologia – Neuroendocrinologista
CRM 20611

Dra. Henriqueta V. Caio
Endocrinologista – Medicina Interna
 CRM 28930

Como Saber Mais:
1. O excesso de peso em crianças é um problema significativo de saúde pública global?
 
2. Cerca de 10% das crianças em idade escolar,  e mais de 22 milhões de crianças menores de 5 anos, estima-se que tenham sobrepeso ou já são obesas?
http://obesidadecontrolada3.blogspot.com

3. Estes resultados causam preocupação porque os alimentos anunciados são tipicamente a antítese das recomendações dietéticas?

AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOBRAFICA.

Referências Bibliográficas:
Bridget Kelly, MPH; Jason Halford CG, PhD; Boyland Emma J., MBA, mestrado, Kathy Carvalho, MS; Inmaculada Bautista-Castaño, MD, PhD; Christina Berg, PhD; Caroli Margherita, MD PhD; Brian Cook, PhD ; Janine G. Coutinho, MSc; Effertz Tobias, PhD; Grammatikaki Evangelia, MSc, Kathleen Keller, PhD; Leung Raymond, M Med, Manios Yannis, PhD; Renata Monteiro, PhD; Pedley Claire, MSc; Prell Hillevi, MSc; Kim Raine, PhD; Elisabetta Recine, PhD; Lluis Serra Majem, PhD; Sonia Silva, MS; Summerbell Carolyn, PhD 2011/02/21; Jornal Americano de Saúde Pública. 2011, 100 (9) :1730-1736.








Contato:
Fones: 55 (11) 5572-4848 /(11)2371-3337 /(11)9.8197-4706 TIM
Rua Estela, 515 - Bloco D - 12º andar - Conj 121/122
Paraiso - São Paulo - SP - Cep 04011-002.              


Site Clinicas Caio

Site Van Der Häägen Brazil

Google Maps:
http://maps.google.com.br/maps/place?cid=5099901339000351730&q=Van+Der+Haagen+Brasil&hl=pt&sll=-23.578256,-46.645653&sspn=0.005074,0.009645&ie=UTF8&ll=-23.575591,-46.650481&spn=0,0&t=h&z=17

Seguir no Google Buzz


8 de abril de 2011

EMDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: A EFICIENCIA DE TRATAMENTO DE SOBREPESO, OBESIDADE, OBESIDADE INTRA ABDOMINAL, VISCERAL, CENTRAL, NA CLINICA ENDOCRINOLÓGICA, A DESMOTIVAÇÃO DEVIDO ALGUNS SACRIFICIOS, A CONSCIÊNCIA DE SER UM PROBLEMA CRÔNICO QUE NECESSITAM DE TRATAMENTOS DE LONGO PRAZO SEM DESLEIXAR. SE RETROAGIRMOS A ÉPOCA DOS ANOS 70 E ATÉ MEADOS DA DÉCADA DE 80, OS MEDICOS ENDOCRINOLOGISTAS COM PÓS GRADUAÇÃO, MESTRADOS E DOUTORADO NA ÁREA, QUANDO SE DEDICAVAM PARTE DE SEUS CONSULTÓRIOS FOCADOS NA SOBREPESO, OBESIDADE, OBESIDADE VISCERAL, PODE PARECER INCRIVEL, MAS SOFRIAM BUILLING DE OUTROS COLEGAS, POR TRATAR DE DOENÇA BANAL, OU ESTÉTICA.

Um grande número de pacientes ainda não perceberam a gravidade e o nível de complexidade que representa o aumento da massa corporal e circunferência do abdômen, acima dos padrões científicos preconizado por entidades sérias e de pesquisas, além do fato do sobrepeso, obesidade, obesidade visceral, abdominal, intra central, já ser uma epidemia mundial e que nos deixa preocupados como profissionais, bem como perplexos  pela velocidade com que tal problema vem se agravando de forma avaçaladora, conforme Organização Mundial de Saúde – órgão responsável pela saúde  e alertas da ONU. 
É muito frequente pacientes que conseguem chegar ao IMC dentro de padrões normais sob orientação médica, e em seguida interrompem suas vigilâncias pura e simplesmente, se não acontecer de comemorar bebendo ou comendo em restaurantes ou casas de guloseimas seus feitos.
Cabe a nós profissionais, alerta-los que não existem tréguas quando se trata de doenças crônicas, pois tais certificados de pseudo garantia que as pessoas querem após determinados resultados positivos, são efêmeros, e acabam desencadeando processos evolutivos que eventualmente pode não ter mais retorno. Se retroagirmos a época dos anos 70 e até meados da década de 80, os médicos endocrinologistas com pós graduação,  mestrados , e doutorado na área, quando se dedicavam a ter parte de seus consultórios focados na sobrepeso, obesidade, obesidade visceral, abdominal, intra central, pode parecer incrível, mas sofriam  builling de outros colegas, por tratar de doença banal, ou estética. Entretanto diversos pesquisadores e clínicos multi disciplinares começaram a perceber o índice de gravidade que representavam doenças como o sobrepeso, obesidade, obesidade visceral, abdominal, intra central, assim como o Prof. Dr. Gerard Revem, cardiologista, da Universidade de Stanford, que denominou o conjunto de sinais e sintomas ligados a obesidade como síndrome X, é claro que outros pesquisadores sentiram a magnitude das intercorrências associadas a este flagelo. Hoje com mais ferramentas embora insuficientes, praticamente se avaliarmos em conjunto todos os comprometimentos orgânicos, seja na clinica é uma das síndromes mais complexas para se tratar. Em sendo assim, devemos estimular nossos pacientes a sempre se manterem alerta e não retroagirem sob nenhuma hipótese, ou melhor ,combinarem todas as armas subsequentes como exercícios físicos, temperança alimentar, estilo de vida e frequentemente efetuarem reavaliações com seus Endocrinologistas.


Endocrinologia – Neuroendocrinologia
CRM 20611

Endocrinologia – Medicina Interna
CRM 28930

Como Saber Mais:
1. È muito frequente pacientes que conseguem chegar ao IMC dentro de padrões normais sob orientação médica, e em seguida interrompem suas vigilâncias
http://obesidadecontrolada3.blogspot.com

2. Pacientes perceberam a gravidade e o nivel de complexidade que representa o aumento da massa corporal e circunferência do abdomem,

3. Cabe a nós profissionais, alerta-los que não existem tréguas quando se trata de doenças crônicas ?

AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES  ET REFERÊNCIA BIBLIOBRAFICA. 

Referências Bibliográficas:
E Ravussin, SR Smith. O aumento da ingestão de gordura, diminuição da oxidação de gordura e falta de proliferação de células de gordura em resultado o armazenamento de gordura ectópica, resistência à insulina e diabetes mellitus tipo 2. Ann NY Acad Sci. 2002;. 967:363-978 Ferreira eu MB Snijder, JW Twisk, et al. Central de massa gorda em relação a massa gorda e magra periféricos: oposto (negativo versus favorável) associações com rigidez arterial? O Crescimento de Amesterdã e do Estudo Longitudinal de Saúde. J Clin Endocrinol Metab. 2004;. 89:2632-2639, TS Burgert, Taksali SE, J Dziura, et al. níveis de alanina aminotransferase e fígado gordo da obesidade infantil: associações com a resistência à insulina, adiponectina e gordura visceral. J Clin Endocrinol Metab. 2006;. 91:4287-4294 Randle Garland, PB PJ, CN Hales, EA Newsholme. A glicose no ciclo do ácido graxa. Seu papel na sensibilidade à insulina e os distúrbios metabólicos da diabetes mellitus. Lancet. 1963;. 1:785-789 Frayn KN. Visceral e resistência à insulina gordura - causal ou correlativa. Br J Nutr. 2000; 83 Suppl 1: S77-. S71, Gade W, J Schmit, Collins M, J. Gade obesidade além: o diagnóstico e a fisiopatologia da síndrome metabólica.Sci Lab Clin. 2010; 23:51-61, Klein S, L Fontana, VL jovem, et al. Ausência de um efeito da lipoaspiração na ação da insulina e fatores de risco para doença cardíaca coronariana. N Engl J Med. 2004; 17:350:2549-2557.








Contato:
Fones: 55 (11) 5572-4848 /(11)2371-3337 /(11)9.8197-4706 TIM
Rua Estela, 515 - Bloco D - 12º andar - Conj 121/122
Paraiso - São Paulo - SP - Cep 04011-002.              

Site Clinicas Caio
http://drcaiojr.site.med.br/
http://dracaio.site.med.br/

Site Van Der Häägen Brazil
www.vanderhaagenbrazil.com.br
www.clinicavanderhaagen.com.br

Google Maps:

http://maps.google.com.br/maps/place?cid=5099901339000351730&q=Van+Der+Haagen+Brasil&hl=pt&sll=-23.578256,-46.645653&sspn=0.005074,0.009645&ie=UTF8&ll=-23.575591,-46.650481&spn=0,0&t=h&z=17


Read more:gorduraabdominal.blogspot.com http://gorduraabdominal.blogspot.com/#ixzz1IxMoz1pm 
vanderhaagenbrazil.com.br 
Seguir no Google Buzz


7 de abril de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: OBESIDADE (SOBREPESO, OBESIDADE, OBESIDADE ABDOMINAL, INTRA-ABDOMINAL, CENTRAL, VISCERAL) AS INTERFERÊNCIAS DO SONO, DA DEPRESSÃO E DO ESTRESSE SOBRE A PERDA DE PESO.


Foram feitos vários estudos sobre as interferências do sono, da depressão e do estresse sobre a perda de peso. Recentemente um novo estudo sugere que o sono, a depressão e o estresse são os principais fatores que influenciam negativamente na perda de peso. Acredita-se que, certo número de elementos contribuem, para a atual epidemia de obesidade no mundo, inclusive fatores genéticos, ambientais e estilo de vida, tais como os padrões de sono desordenado. Vários estudos demonstraram uma associação inversa entre a duração do sono e o ganho de pesoPara compreender melhor os efeitos do sono, da depressão e do estresse sobre o resultado da perda de peso, os pesquisadores, realizaram a fase 2 de um ensaio clínico aleatório . Baseado em pesquisa internacional de aproximadamente 6 meses e aconselhamento comportamental para perda de peso, adultos com obesidade (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral) com índice de massa corporal (IMC) de 30 a 50 kg/m². Na sequência foi usada a manutenção da perda de peso. Foi acompanhado por aconselhamento comportamental por um período semelhante, liderado por um conselheiro comportamental, durante um período de 26 semanas. Os participantes ingeriram 500 calorias a menos por dia, adotaram orientações dietéticas para não continuar apresentando Hipertensão, e fazerem pelo menos 180 minutos de exercício por semana. A média de perda de peso durante foi de cerca de 6 kg no início, e cerca de 60% do total deles, que perderam um mínimo de 4,5 kg, foram acompanhados com a manutenção da perda de peso. Foram feitos registros diários de alimentos ingeridos semanalmente e relataram cerca de 195 minutos de exercícios por semana. O estresse aumentado foi associado com uma menor perda de peso. Observou-se que os indivíduos que dormiam de 6 a 7 horas ou de 7 a 8 horas por noite, eram mais propensos à manutenção da perda de peso, do que aqueles que apresentavam um padrão menor de horas de sono. Observou-se que, a diminuição do estresse estava associada com uma perda maior de peso, diminuindo a obesidade (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral). Uma tendência semelhante foi observada com a depressão, sendo que quando a depressão melhorou, a perda de peso foi maior, de um modo geral, apresentou melhores resultados.
Sempre que ocorre o aconselhamento comportamental é sempre positivamente correlacionado com o sucesso da perda de peso, assim como o exercício físico e o registro alimentar, se for seguido de forme persistente e eficiente.Os resultados tem sugerido que os clínicos e os pesquisadores podem considerar a depressão, sono e estresse, como parte de uma intervenção comportamental para a perda de peso, diminuindo a obesidade (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral), até porque, envolve o centro do prazer que é a estimulação dos centros serotoninérgicos .

Dr. João Santos Caio Jr
Endocrinologia – Neuroendocrinologia
CRM 20611
Dra. Henriqueta V. Caio 
Endocrinologia – Medicina Interna 
CRM 28930

Como Saber Mais:
1. O sono, a depressão e o estresse interferem na perda de peso? 

http://pesocontrolado.blogspot.com

2.O aconselhamento comportamental tem papel positivo na perda de peso?
http://obesidadecontrolada3.blogspot.com

3. Os resultados sugerem que os clínicos e os pesquisadores podem considerar a depressão, sono e estresse, como parte de uma intervenção comportamental para a perda de peso? http://obesidadecontrolada1.blogspot.com

AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOBRAFICA.



Referências Bibliográficas:
International Journal of Obesity – 29 de março de 2011, Dr. Charles Elder da Kaiser Permanente Center for Health Research em Portland, Oregon – USA, Medscape Medical News - 05 de abril de 2011.








Contato:
Fones: 55 (11) 5572-4848 /(11)2371-3337 /(11)9.8197-4706 TIM
Rua Estela, 515 - Bloco D - 12º andar - Conj 121/122
Paraiso - São Paulo - SP - Cep 04011-002.              
email: vanderhaagenbrasil@gmail.com

Site Clinicas Caio
http://drcaiojr.site.med.br/
http://dracaio.site.med.br/

Site Van Der Häägen Brazil
www.vanderhaagenbrazil.com.br
www.clinicavanderhaagen.com.br 


Google Maps: 
http://maps.google.com.br/maps/place?cid=5099901339000351730&q=Van+Der+Haagen+Brasil&hl=pt&sll=-23.578256,-46.645653&sspn=0.005074,0.009645&ie=UTF8&ll=-23.575591,-46.650481&spn=0,0&t=h&z=17

Seguir no Google Buzz