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SER OBESO NÃO, CONTROLAR O PESO SIM

OBESIDADE INFANTIL

19 de março de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: SOBREPESO, OBESIDADE, OBESIDADE ABDOMINAL, SÍNDROME DA HIPOVENTILAÇÃO DA OBESIDADE EM PACIENTE INFANTO-JUVENIL E SUAS CONSEQÜÊNCIAS PULMONARES DA OBESIDADE.

Sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal em crianças é uma desordem complexa. Sua presença tem aumentado de forma significativa nos últimos anos que muitos consideram um grave problema de saúde do mundo desenvolvido. As estatísticas mais recentes mostram que, 33,6% das crianças de 2-19 anos estavam em risco de ser (definida como uma idade específica e gênero índice de massa corporal [IMC], no índice 85, 94 % para a idade) e 17,1% com e em desenvolvimento, pois não escolhe raça e nem procedência onde crianças de 2-19 anos com sobrepeso (definida como idade específica e de sexo, São comprometidas), e o que é pior, se considerarmos países como Estados Unidos, União Européia, o Brasil vem logo atrás. Muitos fatores, incluindo a genética, o ambiente, metabolismo, estilo de vida e hábitos alimentares, são creditados para ter papel do desenvolvimento do Sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, visceral ou intra abdominal. No entanto, mais de 90% dos casos são de causas não são muito claras, menos de 10% estão associados a causas genéticas ou hormonais  Síndrome da hipoventilação no Sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, visceral ou intra abdominal é um achado relativamente raro em crianças que são obesas, com uma freqüência estimada de 1-3%. Se demonstrarmos de um ponto de vista diferente, 10% dos pacientes com apnéia obstrutiva do sono são obesos com Sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, visceral ou intra abdominal. Nenhumas dos critérios diagnósticos para definir a síndrome da hipoventilação da obesidade são reconhecidos; esse fato, juntamente com a quantidade limitada de estudos pediátricos e definições discrepantes da obesidade pediátrica e anormais achados no exame efetuado por aparelhos para verificar tipo de sono (polissonográficos), fazer o diagnóstico é muito mais difícil.
No entanto, a respiração na obesidade, distúrbios do sono e (aumento do CO² no sangue) ou hipercapnia durante a vigília são características geralmente descrito com a síndrome da hipoventilação da obesidade. Outras características incluem sonolência diurna excessiva, hiperatividade, baixo rendimento escolar com dificuldade em participar de tarefas e diminuição de memória, hipóxia (baixa quantidade de O² no sangue) e sinais de cor pulmonale ( é uma forma de insuficiência cardíaca, onde há diminuição da capacidade de funcionamento das câmaras direitas do coração, por doença pulmonar). As conclusões que tiramos dos achados em pesquisas e experiências clinicas, é que a obesidade é muito, mas radicalmente muito mais sério do que nos pais que temos a responsabilidade de dar orientação aos nossos filhos e parentes próximos podemos pensar, e isto tem uma custo de saúde que se perpetuará por toda a vida adulta dos mesmos.

Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologia – Neuroendocrinologia 
CRM 20611

Dra. Henriqueta V. Caio
Endocrinologia – Medicina Interna 
CRM 28930 

Como Saber Mais:
1.A obesidade traz consigo conseqüências graves para para definir a síndrome da hipoventilação do pulmão em infanto-juvenil ?

http://obesidadeinfantojuvenil2.blogspot.com/

2.Os conhecimentos sobre as conseqüências da obesidade infato-juvenil tem aumentado?
http://obesidadecontrolada3.blogspot.com/

3. Infanto-juvenil,poderá ter obesidade visceral ?
http://obesidadedescontrolada1.blogspot.com/

AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOBRAFICA.


Referências Bibliográficas:
Maria E Cataletto, MD Diretor Associado, Divisão de Pneumologia Pediátrica do Hospital da Universidade Winthrop, Professor de Pediatria Clínica, Universidade Estadual de Nova York em Stony Brook, diretor de Serviços para Crianças do sono do Hospital da Universidade Winthrop ,: Hertz Gila, PhD, ABSM, Diretor do Centro de insônia e distúrbios do sono, Professor Associado da Clínica de Psiquiatria e Ciências do Comportamento da Universidade Estadual de Nova York em Stony Brook-J. Clin. Endocrinol. Metab. 2004;89:2569-75.Int. J. Obes. Relat. Metab. Disord. Dulloo A.G., Jacquet J., J.P. Montani. Departamento de Medicina Fisiologica da Universidade de Fribourg, Suíça.







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6 de março de 2011

ENDOCRINOLOGIA - NEUROENDOCRINOLOGIA: A PERCEPÇÃO DE QUE O SOBREPESO E A OBESIDADE LEVAM A DIFERENTES SITUAÇÕES METABÓLICAS, TEM GANHO CONSISTÊNCIA E PODE TER FOCOS TERAPÊUTICOS DIVERSOS.O PROBLEMA É QUE O QUADRO AINDA É MUITO DISPERSO, E APESAR DE ULTIMAMENTE VÁRIOS DETALHES DA FISIOLOGIA COMPROMETIDA TEREM SIDO DETECTADOS, AINDA NOSSO CONHECIMENTO DO QUE LEVA ÀS DISFUNÇÕES METABÓLICAS É DEFICIENTE, TORNANDO O TRATAMENTO DESTAS DOENÇAS MUITO COMPLEXO POR SEREM MULTIFATORIAIS.

Sempre houve uma idéia entre os médicos em geral, que a célula lipídica era apenas um depósito de gordura. Entretanto, estávamos cometendo um equívoco lamentável por parte de alguns grupos de profissionais; como em um passe de mágica se começou a descobrir uma série de substâncias produzidas por tais células, além de receptores e mecanismos orgânicos, que chegou a impressionar. Entre algumas das descobertas foram que a grande participação de hormônios intestinais na regulação do esvaziamento gástrico, secreção de insulina e saciedade, eram ao nível do sistema nervoso central. A cada dia um novo fato é percebido e confirmado, e a multiplicação de informações publicadas nos trabalhos científicos e revistas de alta respeitabilidade, passou de escasso, para aritmético, daí chegando a níveis significativos de publicação.
Começou a avaliação de diversos mecanismos como o GLP-1 (glucagon-like peptide 1), PAI-1 (plasminogen activator inibitor 1), oxintomodulina, PYY alterações de receptores, como ocorre na mutação do receptor de melanocortina tipo 4, respondem por até 6% dos casos de obesidade. Os fatores genéticos são dezenas e manipulamos uma minoria, e assim, uma grande quantidade de novas informações.
Por outro lado, seja pelo mundo científico, seja pelas indústrias farmacêuticas que até então pouco imaginavam essa epidemia mundial, que iria comprometer a raça humana, segundo a própria OMS, deixou-nos, profissionais da área, com poucos recursos para lidar com tamanha complexidade que ainda assim são muito limitadas, com a habitual indicação de restrição calórica e atividade física, que é importante, mas na maioria dos casos que necessitam de nossa intervenção, absolutamente insuficientes. Para se ter uma idéia, nos últimos 20 anos, nada de efetivo foi agregado ao arsenal terapêutico, apesar das tentativas da indústria farmacêutica. Em outras palavras, aumentou o parco conhecimento até então conhecido, sabemos hoje de diversos mecanismos e interação hormonal importantes, mas infelizmente não é suficiente, não estamos preparados para esta epidemia que foi desencadeada aproximadamente 20 anos atrás, pior, as autoridades que pagarão parte significativa da conta, se não atrapalham, também não fazem nada para compensar o tempo perdido.
A conscientização da população é arcaica, ainda se acha de forma arraigada que é um problema de visual, sem perceber que a luz no fundo do túnel, é um trem com uma imensa locomotiva em sentido contrário, que irá atropelar com todas as doenças (patologias) associadas, diabetes tipo 2, gordura abdominalvisceral, hepática (fígado), hipertensão, alterações de colesterol total, HDL, LDL, Triglicérides, e problemas cardiovasculares, que inevitavelmente ocorrerão em um determinado momento, se tudo ficar como está. Em sendo assim, temos necessidade urgente de mudarmos nosso foco de maneira radical e severa, e todos devemos olhar de maneira mais profunda e abrangente e buscarmos o bem comum.

Endocrinologia – Neuroendocrinologia
CRM 20611

Endocrinologia – Medicina Interna 
CRM 28930

Como Saber Mais:
 1.A obesidade traz consigo conseqüências graves? http://controladaobesidade.blogspot.com

2.Os conhecimentos sobre as conseqüências da obesidade tem aumentado?
http://obesidadecontrolada3.blogspot.com

3. Pessoa magra pode ter obesidade visceral? http://obesidadedescontrolada1.blogspot.com

AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA. 


Referências Bibliográficas:
Karelis AD, St-Pierre DH, Conus F, Rabasa-Lhoret R, Poehlman
Metabolic and body composition factors in subgroups of obesity: what do we know?
J. Clin. Endocrinol. Metab. 2004;89:2569-75.
Int. J. Obes. Relat. Metab. Disord.
Dulloo A.G., Jacquet J., J.P. Montani.
Departamento de Medicina Fisiologica da Universidade de Fribourg, Suíça.








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