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SER OBESO NÃO, CONTROLAR O PESO SIM

OBESIDADE INFANTIL

7 de abril de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: OBESIDADE (SOBREPESO, OBESIDADE, OBESIDADE ABDOMINAL, INTRA-ABDOMINAL, CENTRAL, VISCERAL) AS INTERFERÊNCIAS DO SONO, DA DEPRESSÃO E DO ESTRESSE SOBRE A PERDA DE PESO.


Foram feitos vários estudos sobre as interferências do sono, da depressão e do estresse sobre a perda de peso. Recentemente um novo estudo sugere que o sono, a depressão e o estresse são os principais fatores que influenciam negativamente na perda de peso. Acredita-se que, certo número de elementos contribuem, para a atual epidemia de obesidade no mundo, inclusive fatores genéticos, ambientais e estilo de vida, tais como os padrões de sono desordenado. Vários estudos demonstraram uma associação inversa entre a duração do sono e o ganho de pesoPara compreender melhor os efeitos do sono, da depressão e do estresse sobre o resultado da perda de peso, os pesquisadores, realizaram a fase 2 de um ensaio clínico aleatório . Baseado em pesquisa internacional de aproximadamente 6 meses e aconselhamento comportamental para perda de peso, adultos com obesidade (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral) com índice de massa corporal (IMC) de 30 a 50 kg/m². Na sequência foi usada a manutenção da perda de peso. Foi acompanhado por aconselhamento comportamental por um período semelhante, liderado por um conselheiro comportamental, durante um período de 26 semanas. Os participantes ingeriram 500 calorias a menos por dia, adotaram orientações dietéticas para não continuar apresentando Hipertensão, e fazerem pelo menos 180 minutos de exercício por semana. A média de perda de peso durante foi de cerca de 6 kg no início, e cerca de 60% do total deles, que perderam um mínimo de 4,5 kg, foram acompanhados com a manutenção da perda de peso. Foram feitos registros diários de alimentos ingeridos semanalmente e relataram cerca de 195 minutos de exercícios por semana. O estresse aumentado foi associado com uma menor perda de peso. Observou-se que os indivíduos que dormiam de 6 a 7 horas ou de 7 a 8 horas por noite, eram mais propensos à manutenção da perda de peso, do que aqueles que apresentavam um padrão menor de horas de sono. Observou-se que, a diminuição do estresse estava associada com uma perda maior de peso, diminuindo a obesidade (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral). Uma tendência semelhante foi observada com a depressão, sendo que quando a depressão melhorou, a perda de peso foi maior, de um modo geral, apresentou melhores resultados.
Sempre que ocorre o aconselhamento comportamental é sempre positivamente correlacionado com o sucesso da perda de peso, assim como o exercício físico e o registro alimentar, se for seguido de forme persistente e eficiente.Os resultados tem sugerido que os clínicos e os pesquisadores podem considerar a depressão, sono e estresse, como parte de uma intervenção comportamental para a perda de peso, diminuindo a obesidade (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral), até porque, envolve o centro do prazer que é a estimulação dos centros serotoninérgicos .

Dr. João Santos Caio Jr
Endocrinologia – Neuroendocrinologia
CRM 20611
Dra. Henriqueta V. Caio 
Endocrinologia – Medicina Interna 
CRM 28930

Como Saber Mais:
1. O sono, a depressão e o estresse interferem na perda de peso? 

http://pesocontrolado.blogspot.com

2.O aconselhamento comportamental tem papel positivo na perda de peso?
http://obesidadecontrolada3.blogspot.com

3. Os resultados sugerem que os clínicos e os pesquisadores podem considerar a depressão, sono e estresse, como parte de uma intervenção comportamental para a perda de peso? http://obesidadecontrolada1.blogspot.com

AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOBRAFICA.



Referências Bibliográficas:
International Journal of Obesity – 29 de março de 2011, Dr. Charles Elder da Kaiser Permanente Center for Health Research em Portland, Oregon – USA, Medscape Medical News - 05 de abril de 2011.








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